16/01/17

O que é Babywearing ergonómico?

O babywering tem se revelado cada vez mais, um aliado no tratamento osteopático das cólicas, refluxo, alterações craneais (ex. plagiocefalia), displasia congénita da anca, entre outros. Este artigo serve para explicar o que é o Babywearing, as opções que existem e que são ergonómicas ajudando a cuidar das nossas costas e do nosso bebé e dar-lhe algumas ferramentas para identificar as opções mais adequadas, de acordo com o estágio de desenvolvimento em que o seu bebé se encontra ou as suas características.
O que é Babywearing ergonómico?
O babywearing ergonómico é simplesmente levar o bebé junto ao nosso corpo usando panos, mochilas, ring slings ou outros dispositivos que nos permitem manter a nossa ergonomia (ou seja, a nossa anatomia e fisiologia) e a do nosso bebé.
Como é a posição correcta, tanto para o bebé quanto para nós, quando praticamos babywearing?
No caso do nosso bebé, quando é acomodado no dispositivo deve adoptar uma posição semelhante à de um sapo: colocar o bebé virado para o nosso corpo na vertical e ter certeza de que as suas costas formam um “C” e as pernas e pélvis formam um “M”(ou seja, flectir as ancas e joelhos a 90 graus).
O dispositivo deve ter a opção de ajustar ponto por ponto as costas do bebé, para garantir a estabilidade e segurança à medida que cresce a proteger não só a sua postura, mas a sua respiração. Além disso, quando os bebés são muito pequenos ou quando eles estão a dormir, não têm controlo completo da cabeça, de modo que o dispositivo deve cobrir a cabeça do bebé e assim garantir que não ocorrem lesões na cervical.
A altura correcta no nosso corpo é aquela em que podemos beijar a cabeça do bebé sem esforço.
Babywearing ergonómico Vs. não ergonómico
O bebé deve manter a "postura de sapo" virado para o transportador, na frente, anca ou costas. O bebé não deve estar virado para a frente por duas razões: a primeira razão é que, simplesmente, não é a postura correcta, a sua pélvis, costas e cervical estão a ser lesadas nesta posição. A segunda razão é que o bebé irá receber muitos estímulos, para os quais pode ainda não estar preparado; estar virado para a frente não permite abrigar e proteger o seu bebé destes estímulos, especialmente quando eles são pequenos. À medida que crescem eles precisam de estímulos, mas também da possibilidade de se esconder no corpo do transportador, pelo que as posições na anca ou costas são ideais, possibilitando a interacção sempre que o bebé quiser.
Os dispositivos não ergonómicos mais conhecidos são os marsúpios que, infelizmente, não respeitam a posição correcta do bebé podendo lesionar ou exacerbar lesões.
Tipos de Babywearing
No mercado existem muitos tipos de babywearing. Aqui deixamos um resumo dos mais conhecidos respeitem a posição ergonómica do bebé:
Panos elásticos ou woven
Panos de vários tipos de fibras com cerca de 60 ou 70 cm de largura e 3,50 m, ou mais (dependendo do tamanho, de comprimento. Os panos permitem diferentes tipos de portes (à frente, na anca ou nas costas do transportador) sendo o mais versátil, permite que nosso bebé vá na posição correta desde recém nascido até quando pedir colo. A desvantagem é que necessita de alguma técnica e prática, porque a amarração é feita com nós.
Ring sling
É também uma peça de tecido, mas é amarrado através dos anéis não necessitando de nós. Permite a posição ergonómica do bebé desde recém nascido. No entanto, é menos ergonómico para o transportador, porque o suporte do peso é feito num só ombro. Ainda assim, é uma óptima opção para médios períodos de tempo.
Mochilas ergonómicas
As mochilas ergonómicas são dispositivos que foram inventados para facilitar o transporte do bebé. Porém, devido à rigidez do painel que contacta com as costas do bebé não deve ser utilizada até que este tenha a musculatura das costas preparada, isto acontece quando o bebé consegue ficar sentado sem apoio. Podemos determinar que uma mochila é ergonómica quando a largura do painel não permite que as pernas do bebé vão penduradas e a balançar, as costas formam um “C”. Devemos ter cuidado para que a largura do painel não seja maior do que a distância de joelho a joelho.
Todas os tipos de babywearing exigem alguma habilidade e treino, devendo contactar uma conselheira de babywearing caso tenha dúvidas ou inseguranças.


25/08/16

"Slingar" o Bebê

O termo "slingar" pode soar estranho para algumas mamães, até porque algumas delas jamais ouviram falar nisso, mas pode se tornar um parceiro inseparável pós-gravidez. Explicando bem: "slingar" é carregar o bebê em uma tipoia junto ao corpo. Essa tipoia chama-se sling e por isso "slingar" o bebê.

Várias celebridades, entre as quais Angelina Jolie, já estão desfrutando dos benefícios de um sling. É um pano envolto nos ombros e costas, onde o bebê é colocado como se estivesse em uma rede. Conforme o bebê cresce, pode colocá-lo sentado com as perninhas para dentro ou para fora. E outro item importante é que o papai também pode usufruir desse novo benefício.

Isso lhe parece desconfortável e que logo terá dores nas costas? Pelo contrário, o sling equilibra o peso da criança sobre os ombros e costas da mamãe ou do papai, sendo o risco de dores nas costas menor do que quem carrega o bebê nos braços.

Além do menor risco de dores nas costas por conta do equilíbrio do peso que o sling oferece, nessa tipoia os pais não cansam os braços, estão sempre com seu bebê juntinho do corpo e ainda ficam com os braços livres para fazer o que quiser.

Já com o bebê nos braços, a mamãe logo se cansa e o coloca em um carrinho ou no berço, perdendo os benefícios de estar pertinho do calor e cheirinho da mamãe ou do papai.

Bebê quietinho no colo dos pais - O sling tem mais benefícios para os pais e o bebê. O bebê que fica "slingado" chora 54% a menos a noite e 43% a menos durante o dia. Sabe por quê? Como todo bebê é esperto, ele se sente muito mais protegido e amparado pelos pais, que ficam literalmente colados durante o dia.

Para as mamães que ainda amamentam, o sling deixa a amamentação mais discreta em lugares públicos. A mulher pode amamentar sem ficar constrangida. Para andar alguns quarteirões, a "tipoia" é a melhor opção já que o excesso de buracos nas ruas impede os pais de caminhar com facilidade com o carrinho. Com ele no sling fica mais tranquilo o passeio.

Outros benefícios - Carregar o bebê assim previne a regurgitação e reduz a formação das cólicas, favorecendo a digestão. A mamãe ou papai conseguem fazer as suas atividades conversando com seu bebê já que suas mãos estão livres e o bebê juntinho do peito.

Pais que "slingam" conseguem entender melhor o que seu bebê está querendo, atendendo melhor as necessidades do pequeno. Há um melhor desenvolvimento motor e emocional da criança que é carregada pelo sling. Mas sem esquecer que criança também precisa correr, pular e praticar outras atividades motoras.

Além de tudo isso, o sling proporciona ao bebê a visão do mundo. No carrinho o bebê só enxergava os joelhos dos adultos, no sling conseguem conhecer melhor o mundo.

Dicas

O sling deixa de ser recomendado quando o bebê tiver mais de 10% do peso da mamãe

Nunca troque a cadeirinha de segurança do carro pelo sling que não oferece a mesma segurança para o transporte em um veículo.

Cozinhar não é uma opção para quem está com o bebê no sling. O perigo de queimaduras é grande.

ENTENDA AS DIFERENÇAS E USOS DOS TIPOS DE SLING




13/05/15

Doenças de verão mais comuns em bebês e crianças.

Em certas alturas do verão o calor chega a ser insuportável para os adultos, imagine então para as crianças.
Elas estão mais expostas nesta altura, por isso todo o cuidado é pouco. A pele encontra-se mais sensível e com maior probabilidade de contrair vírus e bactérias.

Conheça algumas das doenças mais comuns nas crianças, nesta estação do ano:


Gastroenterite

É causada pela ingestão de alimentos mal confecionados. Estas bactérias podem originar: vómito, diarreia e desidratação.

Conselhos:

·          Não compre comida cuja origem desconhece.

·          Seja mais rigorosa na conservação das refeições da criança.

·          Tenha muita atenção ao leite que a criança bebe, pois as altas temperaturas facilitam o desenvolvimento de bactérias.

·           Recomenda-se que prepare o leite e o dê de imediato à criança.


Queimaduras solares

Os bebés antes dos 6 meses não devem apanhar sol, pois a pele é muito frágil.

Geralmente as queimaduras solares aparecem em forma de irritação na pele, formando, posteriormente, pequenas bolhas de água. A coceira intensa causa uma grande sensação de desconforto na criança.
Quando exposta por muito tempo ao sol sem proteção é comum haver estágios de desidratação.

Conselhos:

·         Quando sair com o seu filho, opte por horários em que a radiação solar seja menor.

·         Proteja o seu bebé adequadamente com chapéus, guarda-sóis e roupas confortáveis.

·         Lembra-se sempre de aplicar o protetor solar 30 minutos antes da exposição solar. Também deve repor o protetor de 2 em 2 horas para evitar escaldões.

·         Mantenha o seu filho hidratado, dando-lhe muita água.


Otite

A otite causa dores intensas nos ouvidos e é muito comum nas crianças. A otite é também mais comum no Verão, porque a criança passa muito tempo em contacto com água das piscinas e do mar.
A criança infetada costuma soltar pus pelo orifício auditivo.
Diante de qualquer desconfiança leva o seu filho de imediato ao médico.

Conselhos:

·         Se o seu bebé é muito pequeno, o recomendado é não deixa-lo em contato com a água. Quanto mais pequenino maior é a probabilidade de ser contaminado por bactérias, pois o seu sistema imunitário encontra-se em fase de desenvolvimento.

·         Use tampões para proteger os ouvidos.

·          Depois de estar na piscina ou na praia, fique atenta a qualquer sinal de irritabilidade da criança.  

Micose

É uma infeção cutânea de fácil contágio. É mais comum em crianças, na faixa etária dos 2 anos de idade, contudo pode surgir também nos bebés mais novos.
A micose pode afetar o coro cabeludo, assim como outras zonas do corpo com unhas e virilha.
Na pele surge como pequenas bolhas avermelhadas, enquanto que no coro cabeludo aparece em forma de caspa (sendo muito comum a perda de cabelos nessa região).

Conselhos:

·          Limpe bem as zonas mais escondidas do corpo do bebé.

·          Após o banho seque-o bem, pois as bactérias desenvolvem-se com maior facilidade nas zonas mais húmidas.

·         Use uma toalha própria do bebé para seca-lo, pois a micose é de fácil transmissão através de: roupas, tolhas, e escovas de cabelo.

Impetigo

É um desequilíbrio bacteriano da pele e é altamente contagioso. Os casos de Impetigo são mais recorrentes em crianças do que em adultos, pois a pele destas é mais sensível.

No verão é comum sermos mais picados por insetos porque estarmos mais expostos. Esta é uma porta de entrada para formação de feridas o que facilita o surgimento deste desequilíbrio bacteriano.
O Impetigo aparece em forma de ferida com pequenas camadas avermelhadas. É comum aparecer nas mãos e nas pernas. No entanto, sendo contagioso, pode espalhar-se rapidamente por toda a pele.

Conselhos:

·         A criança infetada deve permanecer longe das outras crianças pois pode contamina-las.

·         Troque os seus lençóis regularmente.

07/05/15

Leite vai, leite vem... Será que estou ficando sem?

Pois é gente, essa é a grande pergunta, a grande dúvida das mães que amamentam(os). Pensamos que o bebê nasce, o leite desce uns dias depois, passamos por umas semanas -talvez- de adequação da oferta (do nosso peito) e a demanda (do nosso bebê), e pronto: produção estabilizada até que decidamos desmamar, ou a criança o faça por si mesma. Tudo bem, sabemos que os primeiros meses o peito está mais inchado, e a partir do terceiro, mais ou menos, já não fica tanto assim, mas não tem a ver com que o leite esteja secando. A teoria é bonitinha, né? Mas aceitar a realidade do dia a dia é outra coisa.



-Acordamos no meio da madrugada com os peitos como balões e o pijama molhado, estourando. Passamos vários dias com os seios assim, cheios, inclusive adoloridos, massageando, ordenhando... E derrepente, dias depois, parece que já não temos mais leite. "Pronto, acabou, não deu certo comigo", pensamos... "Agora estou toda murcha, sem jorrar leite. Será que foi o antiinflamatório que tomei? Será que fiz errado? Ou eu não sou boa de leite?"

-"Oooops, agora o bebê não solta o peito, pede a cada hora, briga com o bico. Pronto, estou ficando sem leite", pensamos.

-"Iiiihhhh, já faz vários meses que o meu filhote deveria estar comendo comida normalmente, e ele mal larga o peito para experimentar umas pouquíssimas colheradas de outras coisas. Fruta nem me fale!! Isso de amamentar não está dando certo, será que eu dou um mingauzinho melhor..." Dúvidas, dúvidas...

-Mas tem os casos contrários: "Nossa, essa menina come demais e ainda pede para mamar!! Creio que não devo dar, não, pois se já come tanta comida, para que mamar? Não vai lhe fazer mal?"

-Se acorda muito de noite... "Será que não tenho leite?". Se não acorda... "Será que está alimentado?". Se o bebê é muito grande... "Deve precisar de mais alimento, só com o leite não dá!". Mas se ele é magrinho... "Ah, só com o meu leite não dá, deve de estar precisando de mais alguma coisa". Se mama cada pouco, se faz intervalos longos, se morde o bico, se adormece sempre mamando, se mama rápido e depois se solta e não quer mais saber, se puxa e estica, se empurra com as mãos... Tudo é motivo para pensar que "posso estar ficando sem".

Sabemos que o nosso leite está bem, que não existe leite fraco, que a produção se adequa a demanda do filho. Isso o sabemos, racionalmente, mas a insegurança nos toma por dentro quando verificamos, a cada dia, que isso de amamentar não é uma coisa matemática, nem muito menos algo estável. Hoje estamos jorrando, amanhã o peito parece vazio, molengo... Pois é. É assim mesmo. Inclusive depois de vários meses, ou anos! E às vezes o que acontece num seio, não acontece no outro. Difícil...

Confiar, confiar, confiar!

Os bebês tem dias que comem menos, como nós mesmos, adultos. Seja porque esse dia dormiram mais, porque estiveram se divertindo com outras coisas, por preguiça... Seja pelo motivo que fôr, isso acontece. Esses dias acabamos com o peito meio estourando, não sabemos como convencer o bichinho para mamar, e ele nem aí está. Então esse dia estimulam menos, e nosso corpo recebe infalivelmente o sinal: "menos estímulo gente, vamos produzir menos, tem leite sobrando aí" (O FIL -Fator Inibidor do Aleitamento- agindo como medidor da quantidade de leite stockada no peito, para não enviar mais por enquanto).

O que acontece? Que uma vez conseguimos esvaziar esses seios cheios (se a coisa não vira mastite!!), seja ordenhando ou com o bebê mamando na noite-dia seguintes... O peito fica murcho!! Depois de alguns dias estourando, sempre acontece!! Então o filhote fica braaaaaaaavo, "Cadê o meu leite, heim?". E pode chorar um dia inteiro, pode brigar com o peito molinho... ou pode, simplesmente, passar o dia todo pendurado aí, na ardua labor da estimulação. Ele está fazedo o seu trabalho, gente! Calma que o corpo também desta vez recebe a mensagem rápido, e em poucos dias (uns dois, três no máximo, se deixamos o bebê estimular como mostra que precisa)  coisa está engrenada de novo. Se caimos na mamadeira "porque estou ficando sem leite", o estímulo do bebê não vai chegar, e aí sim, de fato, vamos começar "ficar sem".

E como diz o título... "Leite vai, leite vem", mas se amamentamos em livre demanda raramente "estou ficando sem". Simplesmente isto da amamentação é um proceso vivo, cambiante, riquíssimo. Do dia para a noite, de um dia para o outro, durante anos!

A maravilha da verdadeira livre demanda

O melhor? confiar, confiar em nós, mulheres, como mães mamíferas, amamentadoras, com capacidade para nutrir os nossos filhos durante anos (exclusivamente no começo, e junto com outros alimentos depois dos 6 primeiros meses, ou do primeiro ano). E também confiar neles, filhotes, instinto puro, e acreditar que se pede mais, é porque precisa de mais (e nós conseguiremos lhe dar mais!).

O nosso peito vai ficar às vezes mais cheio (oba!) e outras meio murcho (também...). Saibam disso, e o aceitem. O compreendam. Não somos mamadeiras com a mesma quantidade de pó para a mesma quantidade de água, uma dia após o outro. Não somos máquinhas programadas. Somos seres vivos que fabricamos um líquido vivo maravilhoso para cada um dos nossos filhos, vivos também. Um monte de variáveis vivas, por tanto cambiantes, que conseguem que a cada minuto, a cada dia, o nosso leite seja não uma fórmula matemática exatamente igual à das outras mães, senão ouro branco que nutre a nosso filho com todos os differenciais que ele precisa, dependendo não só da idade, estado de saúde ou necessidades nutricionais dele, senão também do dia e da noite! Maravilha...

Também os nossos filhos não são máquinas. Ou melhor ainda, eles são, sim, máquinas perfeitas que pedem mais quando mais precissam: se vão crescer mais nesses dias, se estão ficando doentes, se tem muito estímulo externo, ficando estressados e o peito lhes deixa mais aconchegados... Eles sabem quando e quanto pedem, não importa o por que, independientemente de si já comem outros alimentos. Confiança!

E sim, claro, podemos ir "ficando sem", um dia o outro isso vai acontecer. Mas o único que vai fazer com que "fiquemos sem", O ÚNICO, é que o bebê ou criança esteja deixando de estimular, voluntariamente ou obrigado pelas circunstancias (pressão social para desmamar, pediatra pouco informado, sogra que insiste em deixar o tetê e comer mais carninha, mãe que não confia no que acredita que tem que fazer, professora que insiste na necessidade dele ser independiente... causas tem a milhares).

Wrap sling, qual tecido escolher?

-Cotton (malha de algodão com uma pequena porcentagem de spandex ou elastano):    


Algumas grandes marcas de porta bebês produzem wraps elásticos, de malha. Chamamos elásticos aqueles tecidos feitos de malha de tecido natural, geralmente algodão, com uma pequena porcentagem de elastano ou spandex, que faz com que ele se estique em todas as direções.

Resulta um tecido muito amoroso, quase uma segunda pele, ele é especialmente útil e gostoso para pais iniciantes no babywearing (por sua facilidade de uso) e para os primeiros meses do bebê.

Quem compra um wrap elástico deve saber que depois de alguns meses vai ter que comprar outro porta bebê mais adequado, pois os elásticos não firmam a tensão e rebotam quando são usados com bebês que já pesam mais de 8-10kg. Ainda da para usar com crianças maiores, mas a sensação de suporte não é a mesma.

Uma das grandes vantagens deles frente a wraps não elásticos é o fato de podermos fazer pré-amarrações, que nos permitem colocar e tirar o bebê de lá dentro sem desfazer a amarração. Isso nos permite sair de casa com o wrap já amarrado e, chegando ao destino em carro, poder colocar o bebê dentro sem ter que arrastar as pontas dele durante a amarração em um estacionamento, por exemplo. Isso só o permitem os wraps elásticos . Não podemos fazer isso com um wrap sem elastano, e pretender que fique bem ajustado, porque para conseguir colocar o bebê dentro do wrap já amarrado que não se estica, devemos deixa-lo frouxo, senão não cabe. E se está frouxo, não da sustentação. E a sustentação adequada é fundamental para um babywearing de qualidade.



-Sarja cruzada 



Ela é um tipo de tecido não elástico que oferece o suporte perfeito para carregar bebês: longitudinal e transversalmente ele não cede, oferecendo um suporte ótimo, sem efeito rebote. Porém nas duas diagonais ele cede, se amoldando as curvas e ao movimento do portador e do bebê portado, oferendo uma segurança, conforto e aconchego que nenhum outro tecido consegue atingir.

Geralmente são feitos em algodão, porém algumas marcas misturam fibra de algodão com outras como linho, cânhamo, bambu, seda ou até lã, outorgando a esses wraps novas qualidades quanto a suporte, frescor, calidez, brilho, etc.

São muito transpiráveis, e portanto geralmente os mais frescos (salvo algumas marcas mais grosas), e permitem um ajuste perfeito, pois uma vez tensionado, o tecido não se afrouxa. Ele também não se dobra sobre si mesmo nem se enrola nas bordas, portanto resulta muito confortável, não ficando, uma vez amarrado, um tecido em forma de “corda fina” nos ombros do portador, ou sob as coxas do bebê.

O grande poder de sustentação fazem deles mais frescos também porque não precisamos de amarrações de várias camadas para dar suporte firme, podendo usar amarrações tipo canguru ou outras que sustenham o bebê apenas com uma camada de tecido. Resulta firme apenas com ela, e também mais fresco.

Quanto mais o usamos, mais suave, maleável e gostoso ao tacto resulta, portanto, em lugar de perder qualidades com o tempo de uso, ganha nelas!


-Malhas de algodão (sem elastano)

Seriam os denominados wraps semielásticos. Isso é porque, mesmo não tendo materiais elásticos na sua composição, como o spandex do cotton, a tecelagem em forma de malha faz com que ele estique. É um tecido de camiseta, de maior ou menor grossor. Ela não estica se você puxa de um extremo? Isso ai.

Não sendo em absoluto o ideal, são wraps que podemos usar nos primeiros meses apenas, e com muito cuidado e conciencia, pois a malha não é um tecido feito para suportar carga. Da mesma forma que não confeccionaríamos uma bolsa de malha, porque se deformaria com o peso do conteúdo, e não daria um suporte adequado, não é nada legal carregar um bebê nesse tecido (eu pessoalmente não o recomendo).

Imaginemos uma camiseta, e agora imaginemos um melão sendo carregado diariamente nessa camiseta. O peso do melão não iria deformando a camiseta? É o que acontece com os wraps de malha, com a diferença de que em lugar de um melão, trata-se de um bebê. Ixi.

Eles são mais frescos, sim, por serem mais finos, e também são 100% de fibras naturais, o que pode ser apresentado como grandes vantagens frente a, por exemplo, o cotton. Mas o fato de serem mais finos traz dois problemas:

1. Por ser mais finos, são menos firmes no suporte, o que nos obriga a tensionar muito se queremos colocar o bebê de forma adequada, sem perder a posição de cócoras e dando suporte à coluna em forma de C. Isso faz com que o tecido acabe se cravando tanto nos nossos ombros quanto atrás das perninhas do bebê. Pois fica uma corda fina apertando essas áreas. Podemos, para evitar isso, despregar o tecido, e assim aliviar essas áreas. Mesmo assim, o suporte não é adequado além dos primeiros três meses, aproximadamente.

2. Pelo fato do suporte ser deficiente, nos vemos obrigados a fazer amarrações de mais camadas para reforçar. Portanto, acabamos usando várias camadas de tecido, o que já não resulta tão fino. Talvez fosse preferível um tecido de melhor suporte, que nos permita fazer amarrações de uma única camada, o que acaba resultando, ai sim, mais fresco ;)

Os wraps semielásticos, ou de malha, pioram ainda quando vem com um quadrado de tecido costurado no meio deles, pois geralmente é usado um tecido plano, não de malha, nesta área, o que impossibilita o ajuste dessa parte, que casualmente é a que segura o bebê. A costura trava a possibilidade de tensionarmos de forma adequada.
Pessoalmente, não investiria em um wrap deste tipo.


-Malha de PV (poliviscose)

Pelo que tenho tocado e visto, o PV da um suporte bem similar ao do cotton, sendo mais fresco que éste. Comparativamente eu acho que seria bem similar em qualidade ao cotton, com a differença de que é 100% sintético, sendo que o cotton é 95% aproximadamente natural (algodão).

-Dry fit (aquele furadinho)



Os wraps de dry fit são perfeitos para “quebrar o galho” em determinadas circunstâncias como, por exemplo, finais de semana na praia. Por quê? Porque eles são frescos (e talvez nem tanto, pois estão feitos com materiais sintéticos!), podem se molhar e sujar de areia, que facilmente eles secam e com uma rápida sacodida estão prontos para o uso.

Por que não tê-lo como porta bebê “oficial” então? Porque de novo nos encontramos com o inconveniente de que é muito fino, e que o tipo de tecido é escorregadio, a amarração vai se afrouxando. E um porta bebê precisa dar suporte a um bebê/criança, e se é muito fino não da suporte adequado, a amarração vai se afrouxando (escorrega), e se crava nos nossos ombros e atrás das pernas do bebê.

Mas como porta bebê de apoio para esses dias específicos, ótimo.


-Viscolycra:


Não, não, não, não e não! Viscolycra é muito barata, e portanto uma tentação para quem não quiser investir muito em um porta bebê. Compra 5 metros deste material e pronto! Mas não é assim... Ela estica, e estica, e estica que não acaba nunca. Portanto nunca da um suporte adequado. O bebê rebota dentro dele, não é seguro, não é confortável (de tanto tensionar para conseguir que pelo menos

fique minimamente ajustado, acaba também se cravando nos ombros e atrás das perninhas do bebê) e ainda é todo sintético. Portanto não permite a pele respirar. Por fino que seja, é quente. O bebê transpira, você transpira. Não comprem viscolycra. Não indiquem viscolycra. Não produçam wraps de viscolycra, por favor. Não é indicado em nenhum momento, nem como “quebra-galho”. Façam um lindo vestido com ele e coprem qualidade, por favor, estamos falando do seu bebê.



25/01/15

Depressão pós-parto

                                      Por que mulheres têm depressão pós-parto ? 





Ter um filho pode ser um dos momentos mais felizes para a mulher. Ainda que a vida com um novo bebê seja excitante e recompensadora, as vezes também pode ser difícil e estressante. Acontecem várias mudanças físicas e emocionais na mulher quando ela está grávida e depois de ter o bebê. Essas mudanças podem deixar as mães tristes, ansiosas, confusas ou com medo (tristeza materna). Para muitas mulheres esses sentimentos vão embora rápido. Mas quando eles permanecem, ou ficam piores, a mulher pode ter depressão pós-parto, uma condição séria que requer tratamento médico imediato.

                                       O que é depressão pós-parto ?

Depressão pós-parto é uma condição que engloba uma variedade de mudanças físicas e emocionais que muitas mulheres têm depois dar à luz. Depressão pós-parto pode ser tratada com medicamentos e psicoterapia. Converse com seu médico assim que achar que tem depressão pós-parto.

                                       Há três tipos de depressão pós-parto:

-A tristeza materna acontece em muitas mulheres nos dias seguintes ao nascimento do bebê. A mãe pode ter mudanças súbitas de humor, como sentir-se muito feliz e depois muito triste. Ela pode chorar sem nenhuma razão e ficar impaciente, irritada, agoniada, ansiosa, solitária e triste. A tristeza materna pode durar apenas algumas horas ou até 1 ou 2 semanas depois do parto. Tristeza materna nem sempre requer tratamento médico. Geralmente ajuda entrar em um grupo de suporte ou conversar com outras mães.

-Depressão pós-parto pode acontecer por alguns dias até meses depois do parto de qualquer bebê, não só do primeiro. A mulher pode ter sentimentos similares ao da tristeza materna - tristeza, ansiedade, irritabilidade - porém são muito mais fortes. Depressão pós-parto geralmente impede a mulher de fazer coisas que precisa no dia-a-dia. Quando a vida normal da mulher é afetada, é um sinal certo que ela deve procurar logo um médico. Se a mulher não obtiver tratamento para a depressão pós-parto, os sintomas podem piorar e durar até um ano. Ainda que a depressão pós-parto seja uma condição séria, pode ser tratada com medicamentos e psicoterapia.

-Psicose pós-parto é uma doença mental muito séria. Ela pode acontecer rapidamente, geralmente nos três primeiros meses depois do parto. A mulher pode perder contato com a realidade, geralmente tendo alucinações sonoras. Alucinações visuais são menos comuns. Outros sintomas incluem insônia, agitação, raiva, e comportamento e sentimentos estranhos. Mulheres que sofrem de psicose pós-parto precisam de tratamento imediato e quase sempre necessitam de medicamentos. Algumas vezes a mulher é internada em hospital porque está sob o risco de machucar os outros e a si mesma

                                       Quais são os sintomas da depressão pós-parto? 

Os sintomas da depressão pós-parto podem incluir:

Sentir-se inquieta ou irritada.

Sentir tristeza, depressão ou chorar muito.

Falta de energia.

Ter dor de cabeça, dor no peito, palpitações no coração, falta de sensibilidade ou hiperventilação (respiração rápida e superficial).

Não ser capaz de dormir, muito cansaço, ou ambos.

Perda de peso e não ser capaz de comer.

Comer demais e ganho de peso.

Problema de concentração, falta de memória e dificuldade de tomar decisões.

Ficar exageradamente preocupada com o bebê.

Sentimento de culpa e inutilidade.

Ficar com medo de machucar o bebê ou a si mesma.

Falta de interesse em atividades prazerosas, incluindo o sexo.

A mulher pode ficar ansiosa depois do parto mas não ter depressão pós-parto. Ela pode ter o que é chamado de ansiedade pós-parto ou desordem de pânico. Os sintomas dessa condição incluem forte ansiedade e medo, respiração rápida, batimento cardíaco acelerado, acessos de calor ou frio, dor o peito, tremedeira e tontura. Procure seu médico imediatamente caso tenha algum desses sintomas. Medicamentos e psicoterapia podem ser usados para tratar a ansiedade pós-parto.

                                    Quem está sob risco de ter depressão pós-parto?

Depressão pós-parto afeta mulheres de todas as idades, classes sociais e etnias. Qualquer mulher que está grávida, teve bebê nos últimos meses, sofreu aborto ou recentemente parou de amamentar, pode desenvolver a depressão pós-parto. A quantidade de filhos que uma mulher tem não afeta as chances dela desenvolver depressão pós-parto. Estudos mostram que mulheres que tiveram problema de depressão têm maior risco de desenvolver a depressão pós-parto.

                                     O que causa a depressão pós-parto?

Não sabe-se ao certo o que causa a depressão pós-parto. Mudanças hormonais no corpo da mulher podem disparar os sintomas. Durante a gravidez a quantidade dos hormônios estrogênio e progesterona aumenta bastante. Nas primeiras 24 horas após o parto a quantidade desses hormônios baixa rapidamente e continua a cair até a quantidade anterior à gravidez. Pesquisadores acreditam que essas mudanças hormonais possam ocasionar a depressão, já que pequenas alterações nos níveis de hormônios podem afetar o humor da mulher antes da menstruação.

Os níveis de tireóide também baixam bastante depois do parto. Níveis baixos de tireóide podem causar sintomas que podem ser sentidos como depressão: mudanças de humor, fadiga, agitação, insônia e ansiedade. Um simples teste de tireóide pode dizer se esta condição está causando a depressão pós-parto. Em caso positivo, o médico pode receitar medicamentos para a tireóide.

Outros fatores que podem contribuir para a depressão pós-parto são:

Sentir cansada depois do parto, padrão de sono irregular e falta de descanso suficiente geralmente impedem que a mãe recupere sua força total por semanas, especialmente se ela tiver sofrido cesariana.

Sentir super-ocupada com um novo bebê para cuidar e duvidar da sua capacidade de ser uma boa mãe.

Sentir estresse em virtude das mudanças na rotina de casa e do trabalho. Algumas vezes a mulher pensa que deve ser uma "super-mãe" perfeita, o que não é realista e provoca estresse.

Ter sentimentos de perda - perda de controle, perda de identidade (quem era antes do bebê), perda da silhueta magra.

Ter menos tempo livre e menor controle sobre o tempo. Ter que ficar dentro de casa por períodos mais longos e menos tempo para passar com o pai do bebê.

                                        Como é o tratamento da depressão pós-parto?

É importante saber que a depressão pós-parto tem tratamento e irá embora. O tipo de tratamento depende do quanto severa é a depressão pós-parto. A depressão pós-parto pode ser tratada com medicação (anti-depressivos) e psicoterapia. Mulheres com depressão pós-parto geralmente são aconselhadas a entrar em grupo de suporte para conversar com outras mulheres que estão passando pela mesma experiência. Se a mulher estiver amamentando, ela precisa conversar com seu médico sobre o uso de anti-depressivos, já que alguns desses medicamentos podem afetar o leite materno e não devem ser usados.

             O que posso fazer para cuidar de mim mesma se tiver depressão pós-parto?

A boa notícia é que, se você tiver depressão pós-parto, há algumas coisas que pode fazer para cuidar de si mesma:

O bom e velho descanso. Sempre tente tirar uma soneca quando o bebê dormir.

Pare de colocar pressão sobre si mesma para fazer tudo. Faça o quanto puder e deixe o resto! Peça ajuda para o afazeres domésticos e alimentação noturna.

Não fique muito tempo sozinha. Vista-se, sai de casa e dê uma curta caminhada.

Passe algum tempo sozinha com seu companheiro.

Converse com seu médico sobre o tratamento. Não fique constrangida em falar sobre suas preocupações.

Converse com outras mães, de modo que possa aprender com suas experiências.

Entre em um grupo de suporte para mulheres com depressão pós-parto.





01/01/15

Signo da Cabra

Os anos da Cabra: são 1991, 1979, 1967, 1955, 1943, 1931, 1919...


As horas governadas pela Cabra: 1 p.m. às 3 p.m.
Sentido do seu Signo: Sul-Sudoeste
Princípio da estação e mês: Verão - Julho
Corresponde ao Signo ocidental: Caranguejo
Elemento fixo: Fogo
Haste: Negativo
Cor: Verde claro
Fragrância: Óleo de bergamota
Sabor: Doce
Alimento: Vegetais crus
Bebida: Água mineral
Condimento: Açafrão
Animal: Cisne, rouxinol
Planta: Algas
Flor: Narciso
Árvore: Árvore plana
Metal: Alumínio
Pedra preciosa: Safira
Instrumento musical: Harpa
Dia do Mês: 28
Número: 36, 2

O ano chinês 2015 começa em 19 de Fevereiro e na Astrologia Chinesa será um ano regido pela Cabra Verde de Madeira.
A cabra é uma energia Yin, um símbolo de paz, coexistência harmoniosa e tranquilidade. Esse é o estado de espírito primordial e fundamental para este ano. Embora haja gritos de guerra, ela será evitada advindo um período de reparação e compromisso para garantir que a paz seja mantida.

                                                                     A mulher Cabra

As nativas do signo da cabra estão entre as mulheres mais atractivas e mais femininas no mundo. Podem ser mais ou mais menos bonitas, mas a beleza de muitas delas é incomparável. Todas são sedutoras extremas. Mesmo as mais simples são cheias de graça, distinção e elegância.

Há sempre algo de misterioso sobre a fêmea típica da cabra. Os seus gestos são hesitantes, incompletos, como se estivesse receosa que um movimento decisivo a projectaria brutalmente na crua realidade do mundo. Gosta também de deixar - quase tudo que faz - inacabado, fornecendo a abundância para a suposição e imaginação. Muito do seu tipo de encanto particular reside inquestionavelmente na  sua indecisão e imprecisão.

A face desta mulher representa uma oval perfeita do mais puro projecto de design. Pode frequentemente reconhecê-la pelos seus definidos ossos do rosto, rosada e de nariz bem-delineado. A boca é geralmente muito pequena, um tanto perdida entre as outras partes da cara. Os olhos são um dos dois ou três elementos físicos que esclarecem principalmente o seu poder de fascínio: Amêndoados na forma, poderiam, pela sua profundidade estranha de olhar, prender a respiração de qualquer pessoa. A voz, macia e um pouco rouca, exercem um encanto indefinido; seria impossível permanecer insensível a ela, porque há um tipo de música encantada nas palavras a nativa expressa.

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                                                                      O homem Cabra

De todo o Zodíaco duodecimal chinês, o macho da cabra é indubitavelmente o menos masculino de todos. Parece mesmo mais efeminado do que o seu irmão da serpente. O seu psico testemunha a predominância em absoluto de Yin sobre Yang nele, contrariamente ao que o seu símbolo animal pode sugerir.

Este homem mostra sempre interesse sobre a sua aparência e a impressão que pode causar nos outros. Mesmo o seu aspecto diferente ocasional não é uma matéria do desleixo, mas de projecto deliberado. Veste-se frequentemente de forma elegante, mas geralmente com refinamento.

Mesmo um observador ocasional, inexperiente não poderia confundir o homem típico da cabra com uma pessoa agressiva. Com um complexo pálido, os músculos amorfos, a sua óbvia falta de energia, a indisposição para o exercício físico, o nativo pertence à categoria linfática. Nunca inspira hostilidade ou medo devido à sua aparente fragilidade.

Para aqueles que não o conhecem bem, o homem da cabra pode parecer aborrecido, chato e completamente desinteressado com este mundo. Contrariamente, tem uma paixão intensa para a vida e vontade de viver; mas tem um universo secreto a que ninguém tem acesso e no qual se retira frequentemente a fim de se sentir seguro e poder sonhar. Tem a tendência de fugir para o seu reino interior o que explica o ar distante e misterioso com que se apresenta.


25/10/14

Como amarrar o Wrap Sling (Pano)

Posição básica no wrap, peito a peito, vertical. Recomendado para recém-nascidos, prematuros e bebês maiores. Se você usa o sling a primeira vez começe com esta posição! Ela é mais segura que a posição deitado, fácil de aprender e mais confortavel para o bebê e quem carrega.
Respeite sempre as regras básicas de carregar bebês :

- A posição fisiologica do bebê é de cócoras tanto no sling como nos braços.
- Coluna arredondada, em forma de C.
- Bacia voltada para dentro.
- Joelhos na altura do umbigo.
- Amarração firme.
- Carregar principalmente na vertical (peito a peito).
- Bebê na horizontal é reservado somente para amamentação.
- Cobrir sempre de um joelho ao outro, os ombros até atrás da nuca.
- Quando bebê souber sentar sozinho seus ombros podem ficar descobertos.
- Deixe os pés do bebê livres.
- Carregue bebê na altura de beijinhos.
- Carregar face ao mundo é aconselhavél somente alguns minutos.
- Carregar bebê face ao mundo não é fisiológico.
- Face ao mundo bebê recebe estimulos impróprios para sua idade.
- Cubra a cabeça do bebê somente quando ele dormir. 
Esta forma se recomenda para Bebês entre 2 e 18 meses, ou enquanto seja confortável para a mãe. Para o uso com recém-nascidos, as pernas podem ser colocadas por dentro do pano.


06/05/14

5 MOTIVOS PARA NÃO CARREGAR O SEU BEBÊ VIRADO PARA O MUNDO

                        1) NÃO DÁ SUPORTE ÀS PERNAS DO BEBÊ

A pernas do bebê tem que estar apoiadas pelo carregador, pelo menos até o meio das coxas, esse é o conceito de ergonomia em um carregador tipo canguru. Os modelos que colocam as crianças viradas para frente mantém invariavelmente as pernas do bebê penduradas, em posição prejudicial ao seu desenvolvimento, de acordo com a International Hip Dysplasia Institute. Os joelhos do bebê devem estar alinhados com a altura de seu quadril. existem também modelos de carregadores que colocam o bebê virados para a mãe, mas também não são ergonômicos.
     




2) FAZ PRESSÃO NA ÁREA GENITAL DO BEBÊ

Em um modelo ergonômico de carregador estilo canguru, ou sentado para frente em carregadores de pano como os slings de argola, mas na posição de buda (com as pernas juntas ou cruzadas) o peso do corpo do bebê fica concentrado no bum bum, exatamente como foi planejado. E não na virilha, na parte interna da coxa ou nos genitais. De fato, a pressão por tempo estendido na região genital, além de nitidamente incômoda pode acarretar outros problemas, especialmente para os garotinhos.




3) NÃO DÁ SUPORTE À CABEÇA OU PESCOÇO

Bebês que ainda não sentam jamais devem ser expostos a situações onde cabeça e pescoço ficam sem suporte, mesmo que aparentemente eles já tenham esse controle, pois essa condição pode comprometer as vias respiratórias do bebê. Para bebês maiores, o problema está na força que ele precisa fazer nas costas para controlar o peso da cabeça, que na posição invertida, projeta-se totalmente para fora do corpo do adulto - o bebê assume uma posição ruim para sua coluna e não conta com nenhum suporte para distribuir esse peso. Além disso, não há senso de equilíbrio para o bebê virado para frente. Ele se sente literalmente pendurado.




4) NÃO PROMOVE INTERAÇÃO ENTRE PAIS E FILHOS

O contato visual com a mãe ou pai é importante para o bebê carregado no colo, que na posição barriga com barriga tem a possibilidade de conectar-se com o olhar, comunicar-se e trocarem calor. A termoregulagem dos corpos é também um aspecto importante, um bebê virado para frente não recebe a mesma informação de temperatura e pode também ser hiperestimulado, especialmente se for pequeno.




5) PODE PREJUDICAR TAMBÉM O ADULTO

O peso do bebê virado para frente se projeta para fora do corpo do adulto, tornando-se mais difícil de manter o equilíbrio e exercendo pressão sobre a região lombar. Se concentra ainda, exclusivamente sobre os ombros podendo ocasionar dores nas costas, enquanto bebês sentados corretamente em carregadores ergonômicos, tem seu peso distribuído entre ombros, torso e quadris do adulto.


Adaptado por Bebeshka.pt do Original: Bobba Family



30/04/14

Modelos de Sling


Ring Sling: são carregadores feitos em tecido, possuem em média dois metros de comprimento por 90 centímetros de largura e em sua extremidade são costuradas duas argolas;

Pouch Sling: são carregadores de pano feito em tecido. Ele não possui argolas. É apenas uma faixa de tecido costurada. Dobra-se ao meio e coloca-se na diagonal, onde o bebê será encaixado;

Market sling: é uma variação do Pouch Sling, porém não precisa ser dobrado ao meio, apenas coloca-se na diagonal do tronco, sobre o ombro que a mãe desejar;

Mei tai: possui faixas largas e costuras reforçadas para distribuir adequadamente o peso do bebê sobre os dois ombros e não forçar as costas da mãe;

Wrap sling: é uma faixa de tecido comprida, de três a cinco metros, sem costura. O suporte para a criança é feito através das diferentes amarrações no corpo da mãe e ela encaixa o bebê nas posições apropriadas a idade, distribuindo o peso sobre os dois ou apenas um ombro, dependendo da amarração. É o único modelo que pode ser usado por prematuros.

Independente do modelo escolhido, a questão da segurança do Sling merece atenção, devendo ser verificada sempre a procedência do produto. A mãe que usa o Sling, antes de comprá-lo, deve verificar se o produto consegue suportar mesmo um bebê que vai se movimentar.

Dicas para usar o sling


Tenha certeza de que o queixo e o peito do bebê estejam com pelo menos um dedo de distância;
Ouça a respiração do bebê, deixe a boca e o rosto dele livres de tecido;
Sinta a temperatura do bebê;
Carregue o bebê acima dos seus quadris, em uma altura que possa ser beijado.

Sling para bebê

 Sling: praticidade para a mãe e conforto para o bebê

As mães que têm crianças de colo estão redescobrindo uma forma primitiva de carregar os seus bebês. São os slings, um modelo artesanal de carregador de bebês muito utilizado nos países africanos e que estão se tornando cada vez mais comuns em outros lugares do mundo.

O Sling é um suporte para carregar crianças pequenas feito de pano que permite que o bebê se aninhe de modo confortável e seguro junto do corpo de sua mãe enquanto os braços dela ficam livres.

O produto possibilita que a mãe leve a criança consigo em diversas posições, a posição mais praticada deixa a cabeça do bebê localizada ao lado do coração da mãe, o que faz com que ele fique reconfortado diante das batidas, de sua voz e relembre a sensação de bem-estar no útero, estimulando o sistema nervoso e diminuindo choros e inquietações.

O uso do Sling facilita a compreensão mais rápida das necessidades do bebê, já que este está muito próximo. Além disso, o bebê carregado no Sling tem menor incidência de cólicas e vômitos, por conta da cabeça estar sempre ligeiramente elevada e a temperatura do corpo da mãe promover alívio.

O carregador de pano é encontrado em lojas especializadas e está a venda em diversos modelos com diferentes cores e estampas da moda. O acessório, que custa em média 50 EUR, pode ser usado com crianças de até três anos de idade.


Celebridades como Julia Roberts, Angelina Jolie, Cindy Crawford, Kate Hudson, Adriane Galisteu e Claudia Leitte se tornaram adeptas do Sling, já que este, além de ser um ícone de moda, facilita a rotina no pós-parto permitindo inclusive que o bebê seja amamentado discretamente em qualquer lugar.

“A falta de mobilidade enquanto amamenta é uma das principais causas do desmame, e o Sling devolve essa liberdade. A principal vantagem do acessório é trazer a mulher de volta à ativa.”, relata Carlos Eduardo Correa, neonatologista, que costuma apresentar o acessório a todas as pacientes.

O medo de machucar o bebê é a maior preocupação das mães que estão começando a usar o acessório.

A pediatra Rosa Eliza afirma que usar o Sling é seguro, mas a mãe deve ter alguns cuidados. Segundo a médica, além de buscar uma posição confortável, não se deve nunca cobrir o rosto da criança, colocar objetos dentro do carregador, usar o acessório no carro, ou manipular alimentos quentes e objetos cortantes durante o seu uso.

29/04/14

Como aliviar as cólicas do bebé?


Dizem que as cólicas nos bebés pequenos são inofensivas e temporárias. O que posso fazer para ajudar o meu bebé e para eu permanecer calma?

Sinais típicos das cólicas

Há já alguns dias, o seu adorável pequenino bebé, que a habituou a admirar-se com a sua natureza calma e com o crescimento regular, chora repetidamente ao longo do dia e muitas vezes durante a noite. Está mais irritável do que o normal e está inconsolável na sua "infelicidade". E ainda por cima, esta "infelicidade"está a fazer com que o seu bebé produza gritos lancinantes que você nunca tinha ouvido e não imaginava, nem no mais louco dos seus sonhos, que fossem possíveis! Combinado com o seu cansaço, sente cada vez mais dificuldade em lidar com esta mudança súbita de atitude. Numa palavra, você está assustada! Isto é normal.
Você deve, claro, consultar um profissional de saúde, mas o que o seu bebé está a sentir são – quase de certeza – cólicas. Boas notícias: a saúde do seu bebé não está em perigo. Em segundo lugar: só vai durar algumas semanas!

O que são as cólicas?

Dores de barriga, intensas e frequentes. O seu bebé chora, está agitado (não para de se contorcer) e tem gases. De acordo com estatísticas, quase 20 % dos bebés, tanto amamentados como alimentados com leite infantil, entre as 2 semanas e os 3-4 meses sofrem de cólicas. As cólicas não devem ser confundidas com diarreia, mesmo quando as fezes são abundantes e, nalguns casos, frequentes.


Podem existir várias causas para as cólicas: um sistema digestivo ainda imaturo e "nervoso", ansiedade dos pais sentida pelo bebé, alimentação excessiva, intolerância ao leite infantil ou mudanças demasiado frequentes de tipo de leite infantil.

Se o seu bebé tem os sintomas que descrevemos acima há já vários dias, marque uma consulta com o médico dele para que possam confirmar se são realmente cólicas.

O que pode fazer em casa!

Aqui ficam algumas pequenas dicas que pode usar para ajudar o seu bebé.

O que fazer:

Se está a amamentar: evite alimentos picantes, vegetais da família das couves (couves, brócolos, couves-de-Bruxelas, etc.) e leguminosas (feijão, grão, fava, ervilha, etc.) pois podem provocar flatulência (gases). Dê apenas uma maminha em cada mamada para que o bebé receba o leite espesso do final da mamada, já que pode ajudar a prevenir as cólicas.
Se alimenta o seu bebé com leite infantil: limite, tanto quanto possível, a ingestão de ar através da tetina, experimente um biberão anti-refluxo que reduz a aerofagia (engolir ar), certifique-se que o seu bebé arrota convenientemente, não mude de leite infantil sem pedir conselho a um profissional de saúde e certifique-se que usa as quantidades adequadas de pó e água para preparar os biberões.
•        Massage a barriga do seu bebé de forma suave no sentido dos ponteiros do relógio, coloque na barriga do bebé uma botija de água quente (cuidado com a temperatura) embrulhada numa toalha (o calor é excelente para aliviar a dor), use o carrinho do bebé ou o canguru tanto quanto possível, já que a posição vertical pode ajudar a aliviar a dor do seu bebé (ausência de cólicas foi observada em países onde as crianças são carregadas pelas mães quase permanentemente).

O que você deve saber:
Mamar acalma a dor intestinal e o seu bebé vai querer mamar o tempo todo. O risco é, claro, uma alimentação excessiva resultando em – você adivinhou – dor de barriga!

18/04/14

SLING. 10 Razões para praticar Sling/Pano Wrap:


1 – Praticar Babywearing é conveniente.

Usando o seu sling você pode caminhar livremente sem ter que se preocupar se o chão tem degraus ou com o meio-fio ao atravessar a rua. Os carrinhos de passeio são pesados e grandes demais e alguns pais podem não querer levá-los a todo lugar. Além de tudo o bebê não parece muito confortável se movendo na altura dos joelhos dos adultos. O sling pode ainda servir como trocador, manta, protegendo também o bebê dos estímulos sonoros e visuais durante a caminhada e permite uma amamentação bem discreta. É bem útil nas viagens onde temos que carregar o bebê no colo e precisamos das mãos livres para as malas!

2 – Usar um Sling ajuda no desenvolvimento do seu bebê.

Quando você caminha com seu bebê no sling pertinho do seu corpo, ele fica sintonizado com o ritmo da sua respiração, o som das batidas do seu coração e todos os seus movimentos – caminhar, inclinar, alcançar. Esta estimulação ajuda a regular as próprias respostas físicas e também o sistema vestibular que controla o equilíbrio. O sling é em sua essência uma “barriga de transição” para o recém-nascido, que não tem o controle das funções físicas e dos seus movimentos. Mecanismos artificiais para balançar os bebês não produzem os mesmos benefícios.

3 – Bebês que usam Sling são mais felizes.

Estudos têm demonstrado que quanto mais os bebês são carregados, menos agitados eles ficam e menos eles choram. Em algumas culturas indígenas onde o sling (ou babywearing) é comum, os bebês choram geralmente alguns minutos por dia – ao contrário dos bebês ocidentais que chegam a chorar horas por dia. Chorar é exaustivo para os pais e para o bebê e pode prejudicar o desenvolvimento mental pois o cérebro do bebê fica sempre inundado por hormônios do stress. Bebês que não gastam sua energia chorando, calmamente observam e aprendem mais sobre o seu ambiente. Usar o sling pode ajudar muito com as cólicas e ajuda também os bebês que precisam de mais atenção (high needs). Bebês que não tem cólicas também se beneficiam muito com a segurança e aconchego que o sling oferece.

4 – Praticar Babywearing é um ótimo exercício para você.

É difícil encontrar algum exercício que uma recém mamãe possa fazer. Carregar o seu bebê juntinho de você na maior parte do dia ou fazer uma caminhada com o seu bebê no sling fará muito bem ao seu corpo. Uma longa caminhada com o sling é muito bom para fazer o bebê dormir.

5 – Crianças maiores apreciam a segurança do sling.

Quando pensamos no sling já imaginamos um bebezinho todo aconchegado, mas ele é muito útil para as crianças maiores (até aproximadamente 20kg). O mundo está cheio de perigos para as crianças nessa idade e eles se sentem mais seguros estando dentro do sling quando eles precisam. Crianças são predispostas a serem superestimuladas, caminhar no sling conforta e faz com que se acalmem antes que aconteça uma crise. Também é muito prático em lugares como zoológicos, parques, aquários onde uma criança num carrinho não consegue ver muita coisa.

6 – O sling ajuda a comunicação entre você e seu bebê e fortalece o vínculo.

Quanto mais seguro você se sentir como pai ou mãe, mais você pode relaxar e curtir sua criança. E a maioria dos que se sentem seguros como pais são capazem de discernir os sinais que o bebê dá com sucesso. Quando seu bebê está perto de você no sling, você se torna mais sensível às suas expressões e seus gestos.Muitos pais que usam o sling com seus bebês dizem que não conseguem distinguir os tipos de choro do seu bebê (mesmo que os livros sobre cuidar de bebês digam que eles deveriam) – porque seus bebês são capazes de se comunicar efetivamente sem chorar! Cada vez que seu bebê consegue comunicar que está com fome, entediado, ou com a fralda suja sem chorar a confiança dele em você aumenta e sua segurança como pai/mãe é reforçada. É um ciclo de interações que constói o vínculo e torna a vida mais aproveitável para todos.

7 – O sling é uma ferramenta para pais, avós, avôs e outros cuidadores.

Ele é muito útil na vida de todos que cercam os cuidados com o bebê. Estar no sling proporciona ao bebê acostumar com a voz, batimentos cardíacos e movimentos de quem o cuida e fortalece o relacionamento entre os dois. Os pais não têm a mesma ligação automática que as mães têm na gestação. Mas isso não significa que eles não possam estabelecer isso depois que o bebê nasceu. O mesmo com babás, avós e avôs, e todos que têm contato com o bebê. “Slingar” com o bebê é um ótimo meio de você interagir com o bebê na sua vida e ele te conhecer melhor.

8 – O sling é um lugar seguro para o bebê ficar.

Em vez de ficar passando perto dos escapamentos de carros dentro de um carrinho num estacionamento, por exemplo, o bebê estaria muito mais seguro perto do seu corpo. O sling também porporciona mais segurança emocional e a criança poderá experimentar o mundo com segurança e no seu próprio ritmo. Também dificulta as pessoas que ficam pegando o bebê e manipulando em horas impróprias.

9 – O sling é econômico.

Ao contrário dos carrinhos e cangurus convencionais, o sling é muito mais barato. Provavelmente depois de começar a usar o seu você verá que ele é muito mais útil e econômico. Ele pode ser ‘passado para frente’ por pais que não precisam mais ou comprados novos. Nada mal pra algo que você vai usar diariamente por alguns anos!

10 – É divertido “slingar” seu bebê.

Quem não gosta de carregar um bebê cheirosinho fofinho e sorridente? Quando seu bebê é maiorzinho fica muito mais fácil conversar e interagir com ele e perceber as reações dele com as novas descobertas. Também é mais divertido para ele pois está no nível dos olhos dos adultos. Sua criança se sente mais parte da sua vida e você se encantará cada dia mais com a pessoa especial que ela é.




Menos carrinho, mais sling!


Na imagem, à direita, vemos um bebê no wrap sling observando o mundo, e à esquerda vemos um carrinho que leva um bebê (provavelmente), com a capota fechada.
Surgem, então, os questionamentos: O bebê do carrinho costuma ver o céu? As nuvens? Os pássaros? O movimento das ruas? Os sons? Coisas que o bebê do sling facilmente vê, ouve, observa, por vários ângulos, o tempo todo. Ora, tudo isso é estímulo, é aprendizado, é vivência, é crescimento.


Nas fotos abaixo, Bernardo tem aproximadamente 6 meses, e está apreciando a vista do morro da Asa Delta, em segurança, no sling. No carrinho, a sua experiência seria, certamente, mais limitada.

No sling, assim como no colo, o bebê conhece o mundo da mesma altura dos nossos olhos. Com a vantagem de que, com o sling, nossos braços não ficam ocupados e o peso do bebê fica bem distribuído, diferentemente do que ocorre com o colo.

Além disso, o bebê fica em sintonia com os nossos ritmos: coração, respiração, balanço, movimento (andar, abaixar, etc.). Para o recém nascido, não há nada melhor! E, mesmo depois de grandinhas, as crianças ainda podem ser carregadas no sling, em situações mais específicas 

12/03/14

O que Levar para a Maternidade


Lista para Maternidade:
--->Para a Mãe:
-Documento de identificação
-Cartão de beneficiário de subsistema de saúde ou seguro de saúde (quando aplicável)
-Boletim de Saúde da Grávida
-Resultados de exames de diagnóstico que tenha realizado durante a gravidez fora do Hospital
-Camisas de noite (4 unidades e preferencialmente abertas a frente)
-Roupão e chinelos de quarto
-Soutiens de amamentação
-Discos de amamentação
-Cinta Pós-Parto (se indicada pelo obstetra)
-Cuecas (preferencialmente descartáveis)
-Produtos e objectos de higiene pessoal, incluindo pensos higiénicos
--->Para o Bebé:
-Vestuário
Escolha as peças de vestuário do bebé tendo em conta as suas preferências pessoais. O vestuário do bebé deve ser em algodão, lã ou linho (dependendo da estação do ano), macio, sem elásticos e fácil de vestir e lavar. Deverá trazer para a maternidade pelo menos duas mudas completas para cada dia,para um período médio de permanência de 2 dias para os partos normais e de 3 dias para as
cesarianas. Entre as peças de vestuário do bebé incluem-se, por exemplo:
-Camisola interior ou body
-Collants ou calças com pé
-Babygrow ou cueiro
-Casaco
-Meias ou botas
-Gorro
-Produtos e objectos de higiene pessoal, incluindo tesoura de unhas ou lima descartável e fraldas
Notas:
-Distribua o vestuário do bebé por sacos, contendo cada um as peças necessárias para uma muda completa. Estes devem ser identificados com o dia e muda a que se destinam (Ex: 1º dia, 1ª muda – Calças, body…).
-Para sua comodidade deve preparar duas malas, uma para o bebé e outra para si.
-Não esqueça a cadeirinha de transporte do bebé para o levar para casa!

06/03/14

O crescimento dos dentinhos


É importante que o pais saibam que os dentes começam a formar-se no útero materno, inclusivamente os dentes permanentes.
A amamentação, ao peito, é um factor que pode diminuir e prevenir muitos problemas relacionados com cáries ou outras infecções, durante o primeiro ano de vida. A amamentação na mama, é um exercicio muscular que durante a sucção favorece a respiração nasal e corrige o posicionamento incorrecto dos dentes e das estruturas faciais.
Os primeiros dentes de leite nascem entre os seis e os doze meses de vida. Entre os 18 e os 36 meses nascem os dentes de leite posteriores. Aos seis anos os dentes de leite começam a cair e os dentes permanentes irão nascer em seu lugar.

28/02/14

Mochila-porta bebé Eco Womar Zaffiro


Marsúpio ergonômico permite de transportar o bebé desde 4 meses(5,5kg.) até 3-4 anos(18 kg). Recém-nascido com Infant Insert até 3-4 meses (infant insert nao esta incluido). A sua criança poderá ser transportada na parte da frente, de lado e nas costas. Alças e faixa abdominal bem acolchoadas, de modo a torná-lo confortável para usar.

Porta-Bebés que atenda a todos os requisitos de pediatras e ortopedistas. O design especial garante a posição mais saudável do quadril e da coluna de seu filho. O marsupio esta feito com o melhor algodão, que proporciona à criança o máximo de conforto, mesmo no maior calor.

Material: ALGODÃO

Incluí: 
um babador;  
uma protecção para proteger a cabecinha do bebé do sol ou da chuva;
uma bolsinha para se pôr qualquer coisa pequena, tipo chaves de casa, dinheiro.
Lavar à máquina a 40°C






Como escolher o porta bebés para o meu filho?


Como escolher o porta bebés para o meu filho?

-O porta bebés deve ajustar-se corretamente ao corpo do bebé e ao corpo de quem o transporta. Isto comprova-se se, ao inclinar-se para a frente, a criança se mantém bem firme e segura, sem se afastar do tronco do adulto.
-O bebé deve ficar virado de frente para quem o transporta.
-O bebé deve ficar bem firme e seguro, salvaguardando que não existe o risco de se inclinar para nenhum lado quando quem o transporta se movimenta (atenção à segurança da criança quando o adulto se inclina para a frente o que pode potenciar o risco de queda da criança).
-As pernas do bebé não devem ficar penduradas, os joelhos não se devem tocar, mas abraçar quem o transporta ao nível do umbigo do bebé.
-Certifique-se que o porta bebés é cómodo para o bebé e para quem o transporta, que tem alças largas, firmes e seguras, que não apertem o tronco do adulto e que repartam o peso da criança de forma correta e equilibrada.