18/04/14

Menos carrinho, mais sling!


Na imagem, à direita, vemos um bebê no wrap sling observando o mundo, e à esquerda vemos um carrinho que leva um bebê (provavelmente), com a capota fechada.
Surgem, então, os questionamentos: O bebê do carrinho costuma ver o céu? As nuvens? Os pássaros? O movimento das ruas? Os sons? Coisas que o bebê do sling facilmente vê, ouve, observa, por vários ângulos, o tempo todo. Ora, tudo isso é estímulo, é aprendizado, é vivência, é crescimento.


Nas fotos abaixo, Bernardo tem aproximadamente 6 meses, e está apreciando a vista do morro da Asa Delta, em segurança, no sling. No carrinho, a sua experiência seria, certamente, mais limitada.

No sling, assim como no colo, o bebê conhece o mundo da mesma altura dos nossos olhos. Com a vantagem de que, com o sling, nossos braços não ficam ocupados e o peso do bebê fica bem distribuído, diferentemente do que ocorre com o colo.

Além disso, o bebê fica em sintonia com os nossos ritmos: coração, respiração, balanço, movimento (andar, abaixar, etc.). Para o recém nascido, não há nada melhor! E, mesmo depois de grandinhas, as crianças ainda podem ser carregadas no sling, em situações mais específicas